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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

RENAN CALHEIROS, SILAS MALAFAIA E O BRASIL





Dilma pediu 1 minuto de silêncio pela tragédia em Santa Maria - RS. Pede-se agora, pela tragédia de eleição de Renan Calheiros a presidência do Senado, o mesmo minuto em respeito às vítimas: o povo brasileiro.

O que deixa mordido de raiva e sem entender o povo do Egito, por exemplo, é a inércia dos brasileiros em nada fazer quanto a isso.

É ele, Renan, que decidirá pela partilha dos Royalties do petróleo por exemplo.

Malafaia fala, no próximo dia 03/02/2013 , domingo, no SBT DE FRENTE COM GABI, sobre a mala de dinheiro que a Forbes constatou que ele tem. O mote qued usará é o da teologia da prosperidade: MEUS deus É UM deus DE BARGANHA. É esperar pra ver e e ouvir. E continuem as ofertas de 900 reais!

E o Brasil?

Deixa prá la....disfarça...

sábado, 19 de maio de 2012

DROGAS: O PRAGMATISMO PODE RESOLVER O PROBLEMA?


Recentemente a revista ALFA publicou texto em seu site, escrito pelo meu amigo Cláudio Manoel dos Santos (o Maçaranduba do Casseta & Planeta), onde aborda o problema das mortes ocasionadas pelo consumo do álcool versus mortes de usuários de drogas. O texto, intitulado "DUAS MORTES, DUAS MEDIDAS" (clique aqui e leia), disserta a ótica "imparcial" dos pró-liberação das drogas ilícitas a fim de vencer a guerra contra ela e da preocupação com a impunidade de quem mata no trânsito.

Cláudio Manoel defende bem a tese de que deixar os viciados em drogas morrerem a morte imposta pelas políticas adotadas atualmente é sim massacre legalizado, velado e sem remorsos. Só que a base para o raciocínio circular, ali no texto, é um tendão de Aquiles gravemente frágil: o pragmatismo. Já explico o que é isso.

Se saio pelas ruas do Rio a catar várias garrafinhas de água mineral vazias e as encho de água da torneira e depois passo a vendê-las nos cruzamentos da cidade, dará certo. MAS NEM TUDO O QUE DÁ CERTO É O CERTO A FAZER. E é justamente esta a essência do pragmatismo atual: faça o que dá certo, sendo certo ou não. A idéia é considerada verdadeira se funciona. Mas no caso do texto em questão, Cláudio Manoel usa o utilitarismo, onde se afirma que o curso de ação correto é o que trouxer maior benefício, neste caso, a liberação das drogas para se diminuir drasticamente as mortes de usuários por causas das repressões e instrumentos de coibir a sua difusão.

Mentir pode ser benéfico para evitar um mal ou atingir um determinado benefício às custa de outrem ou de outra coisa, mas os resultados nunca tornarão as mentiras em verdades. A filosofia ética também confunde causa com efeito. Uma idéia não é verdadeira porque funciona; ela funciona porque é verdadeira. E como vamos julgar o que "deu certo" então? 

Neste texto, subjetivamente, usa-se estatísticas para explicitar argumentos, ou seja, apenas o conhecimento prático é tido como verdadeiro; apenas os métodos científicos testam a verdade e é o que está por trás dos argumentos também. Isso, aparentemente, torna absoluto e sem reservas o método de comprovações, verificações e dissecação do problema. No entanto, no que tange a preocupações éticas, mortes no trânsito por alcoolemia, ou consequência dela, e mortes de usuários de drogas, ou não, consequentes de políticas repressivas, não tem critério objetivo como há na ciência. O sucesso do resultado obtido assim só poderá ser determinado por uma perspectiva subjetiva, pessoal e míope.

É notório que agora virou moda, por exemplo, super heróis assassinarem mortais no trânsito (Thor que o diga...) e nada, simplesmente nada à altura do dano causado, ser imposto ao infrator. A vítima simplesmente foi vítima, do acaso, da fatalidade,  e "nada se pôde fazer". Nada, até a primeira latinha de bebida alcóolica, que já altera em muito o estado de alerta de qualquer condutor responsável, ser tomada. Até ali, ainda era possível se fazer algo. É vergonhoso ao extremo ter a reputação de um Eike Batista manchada pela comprovação de que sua educação, se for a das melhores, não foi passada ao filho e, se foi passada, não é a das melhores.

Só de chegar perto, faremos juízo de valor de quem consumiu bebida alcóolica. Mas quantos de nós, sejamos sinceros, de verdade, quantos de nós abraçamos todos os dias, por exemplo, nosso(as) filhos(as) e, de tão corriqueiro ser este ato, perceber que há algo errado no ar, a ponto de perceber que ele(a) não está no seu normal? Na sua grande maioria, A DROGA NÃO TEM CHEIRO. Quantos de nós, ao contrário do Facebook, Twitter, Orkut, etc. , estamos regularmente presentes nas vidas desses inúmeros amigos e parentes, a ponto de fazer uma pergunta simples e visual que pode salvar a vida: FULANO(A), VOCÊ ESTÁ BEM? Fazer isso dá trabalho. Dá "problema". Incomoda. Toma tempo.

A abordagem da percepção do problema DROGAS ILÍCITAS exige, de quem realmente quer se preocupar, uma atitude mais que científica: ela exige algo moral. E essa moral relacional muitas vezes custa e custou caro, e por isso se faz presente a DROGA, pois o indivíduo está procurando novas pontes de relacionamento destruídas pelos muros erigidos silenciosamente. Esse é o primeiro contato e diagnóstico. Nem sempre vem com orgulho: a vergonha é a prima pobre dessa situação e ao lado dela, ninguém quer andar ( que o diga a polícia e o Governo de São Paulo ao expulsar a crackolândia do mapa). Veja bem, a utopia reside na inércia de quem lê isso e nada faz, e não em quem grita e quer mudar.

Então, porque não conseguimos vencer as batalhas contras as drogas, devemos entregar nossos(as) filhos(as) a uma mesa de rodada de psicotrópicos? Que juiz permitiria que alguém fizesse o seguinte gracejo como juramento: "O QUE FOR CONVENIENTE, TODO O CONVENIENTE, NADA MAIS QUE O CONVENIENTE" ? Você permitiria? São os seus que estão em jogo.

Porque não conseguimos vencer a batalha contra a corrupção no governo, criemos uma lei que determine quantos por cento cada um pode roubar; porque não conseguimos vencer a luta contra a pedofilia, determinemos quantas crianças poderão ser estupradas por cada pedófilo em cada orfanato, escola, favela, família, festas, etc.; porque não conseguimos vencer a luta contra a criminalidade, liberemos a faixa etária para maior para que indivíduos que fazem roubos e assassinatos tenham tempo de se regenerar. São absurdos, são sim. Mas estou usando a lógica pragmática.

As políticas repressivas usadas atualmente para coibir e mitigar a difusão das drogas no Brasil é algo grotesco mesmo. Estamos longe de estar perto dos cem por cento de vigilância e repressão em fronteiras, escalões do governos, polícias e instituições; mas ao mesmo tempo a estrutura de saúde, educacional, laborial, legal, social, religiosa, moral e básico-familiar não existe para permitir o luxo de dizer: HOJE, SÓ É USUÁRIO DE DROGAS QUEM QUER.

Meu amigo Cláudio Manoel, parabéns pela preocupação e cosmovisão lúcida do problema. Mas o debate ainda vai longe.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Para nossa alegria, Alexandre Henderson e a imagem midiática do negro no Brasil

A imagem do negro na mídia brasileira está conformada e condicionada a certos padrões. Choca, ao ver na TV, negro(a) bem sucedido ou casado(a) com outro que não seja negro(a); causará estranheza o fato de que em uma propaganda daquele carro de luxo que é seu sonho de consumo, ao final, sair um negro da direção do mesmo, ou ainda que em momento algum você verá na Globo uma consultora de moda negra falando ao  Jornal Hoje dando dicas de moda, por exemplo.

A estigmatização é tão forte no cotidiano que, ao apresentarmos um amigo nosso que seja negro, involuntariamente nos apressamos em seguida a dizer sua profissão ou sua condição ou fator que justifique nossa amizade com ele, ao passo que poderíamos dizer simplesmente "este(a) é meu amigo fulano(a)".

A tirada para o mundo dos memes da dupla de irmãos, hoje chamada de Para Nossa Alegria, reside justamente no fato de serem "engraçadamente" negros e "humildes", não menos do que isso. Essa é a condição que lhes cabe, segundo o imaginário cultural brasileiro e os comentários nos vídeos do youtube. E para ratificar isso, ou seja, confirmar com todas as letras e entrelinhas de que é isso mesmo, é assim que pensam a mídia e sua massa, lançaram novo vídeo na internet (veja aqui http://www.youtube.com/watch?v=WnYQYK94M80&feature=player_embedded ) onde letra deixa bem claro o porque disso.

O outro lado desse sintoma cultural é a de o negro não se perceber como dentro do padrão socialmente aceito  para qualquer ser humano comum. A começar que, invariavelmente, um negro olhará outro negro que seja, quando estiver num restaurante, num shopping, ou passando bem vestido e altaneiramente lendo seu jornal matinal pela rua. Esse olhar, não é aquele despreocupado: é algo culturalmente involuntário e com a ponta de admiração em ver que ultrapassaram o padrão social midiático imposto. É difícil, na maioria das vezes, até mesmo as suas crianças se estabelecerem fora desse patamar pois a carga de condicionamento sobre elas é ainda maior (veja exemplo em http://www.youtube.com/watch?v=pgCkC1BultQ ).

Não escapou disso o nosso apresentador Alexandre Henderson, em entrevista no Jô Soares. O que se esperava dali, pelo fato de Alexandre apresentar um programa sobre o saber e conhecimento de alto nível, era que o papo, além do particular, transcorresse no patamar esperado para o trabalho que desenvolve. Ledo engano. O entrevistado, num arroubo de de sentimento de se "desculpar e agradecer" pelo fato de estar ali e fazer o que faz, externou em nível máximo a exaltação de que subjetiva de que "gente, sendo negro e passar por tudo que passei, tô aqui viu!", ao passo que, visivelmente frustrado por não ser mais frutífero o papo esperado e anunciado, Jô soares teve de interromper esse turbilhão e encerrar a entrevista, onde nem mesmo, na multidão de palavras do entrevistado, conseguiu ter respostas objetivas às perguntas feitas, como a qualquer um que ali vai.

Sinceramente e desoladamente, não sei e não sabemos quando isso realmente vai mudar. O ódio sobre as cotas não é sobre privilégio social, é sobre o "racial" mesmo, pois vai contra o que midiaticamente estamos propensos a ver: vê-los a pé, vê-los suando, vê-los fedendo, vê-los como empregadas domésticas, vê-los como braçais, vê-los como malandros, vê-los como perigosos e mudar de calçada e/ou segurar sua bolsa, vê-los como indesejáveis e ficar em pé mesmo que no ônibus só tenha aquele lugar ao lado dele, vê-los como sujos ao apertar a sua mão e vistoriá-la visualmente antes de apertar ou não deixar que no aperto a palma da sua encoste totalmente na dele, vê-los como intrusos num restaurante de luxo, vê-los sempre como privilegiado dentro de sua sala de aula em medicina ou direito, vê-lo como impossível diretor daquela conceituada escola onde você matriculou seus filhos.

Não sabemos quando.

sábado, 18 de junho de 2011

A VERDADE: SUA NATUREZA ABSOLUTA (PARTE 2)

Na audiência designada de uma afirmação, toda verdade é uma verdade absoluta. Algumas afirmações realmente se aplicam apenas a algumas pessoas, mas a verdade dessas afirmações é tão absoluta para todas as pessoas em todo lugar em todas as épocas quanto uma afirmação que se aplica a todas as pessoas em geral. "Injeções diárias de insulina são essenciais para a sobrevivência" aplica-se a todas as pessoas com algumas formas crônicas de diabetes. Essa afirmação tem uma audiência designada e aplicada. Não pretende ser uma verdade que se aplica a todo mundo. Mas, se ela se aplica a Paulo, é a verdade sobre Paulo para todo mundo. A advertência de que essa afirmação é falsa para pessoas com um pâncreas saudável não deprecia a verdade da afirmação no seu universo de discurso - diabéticos aos quais é adequadamente dirigida.

Um professor de frente para os alunos na sala de aula, diz: "a porta desta sala está à minha direita". Mas ela está a esquerda dos alunos. Os relativistas argumentam que certamente esta é uma verdade relativa para o professor, já que é falsa para a classe. No entanto, pelo contrário, é igualmente verdadeiro para todos que a porta está à direita do professor. Essa é uma verdade absoluta. Jamais será verdadeiro para qualquer lugar, em qualquer época que a porta estava à esquerda do professor durante aquela aula naquele dia naquela sala de aula. A verdade de que a porta está à esquerda dos  alunos é igualmente verdadeira e absoluta. A verdade é o que corresponde aos fatos.

Como uma maçã velha, o relativismo pode ser bom na superfície, mas está podre por dentro.

domingo, 5 de junho de 2011

DÊ A OUTRA FACE...

Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; (MATEUS 5:39)

O cristão que diz que isso tem de ser tomado com ressalvas, será então obrigado a aceitar todas as outras duras declaraçoes de Nosso Senhor da mesma forma. Ninguém deixará de ter respeito pelo homem que faz isso, que em todas as oportunidades deu a quem lhe pediu e, por fim, deu tudo o que tinha aos pobres. Suponho que estou falando com este tipo de homem; pois quem acharia digno de responder à pessoa incoerente que leva as palavras de Cristo à la rigueur quando estas o dispensam de uma possível obrigação e as toma como opcionais quando exigem que deveria tornar-se pobre?

Há 3 maneira de entender "a outra face". Uma é interpretação pacificsta. Esta entende que o mandamento impõe o dever de não-resistência a todos os homens em todas as circunstâncias. Outra maneira é a interpretação reducionista: a afirmação não significa o que diz, mas é uma hipérbole, um exagero oriental de dizer que se deve tolerar muito e ser sereno. Tanto eu quanto você rejeitamos esse ponto de vista. O conflito está entre a pacifista e esta terceira opção: acredito que o texto quer dizer exatamente o que ele diz, mas com reserva de entendimento em favor dos casos obviamente excepcionais. Acredito que o dever de não-resistência deve-se aos casos em que atinja a mim particularmente o dever de revidar. Uma vez que o fato seja uma ofensa a mim praticada por meu próximo o desejo de minha parte em retaliar deve ser mortificado pelo Cristianismo. Mas caso entre em cena outros fatores, o problema se altera. Será que Cristo entendia que se você visse um louco homicida, ao tentar assassinar sua mãe por exemplo, você deveria manter-se à parte, se afastar do caminho, e deixá-lo matar a vítima? Acho que não seja este o entendimento. Ou se tivesse educando uma criança, criando, a melhor maneira seria deixá-la bater nos pais toda vez que tivesse uma crise de mau humor, ou quando tivesse roubando doces no supermercado, dar-lhe também o pote de mel? Acredito que não.

Acredito que o sentido das palavras estava perfeitamente claro: "VISTO QUE VOCÊ NÃO PASSA DE UM HOMEM COM RAIVA QUE ACABOU DE SER OFENDIDO, MORTIFIQUE SUA RAIVA E NÃO REVIDE A OFENSA". O que estava em foco aqui eram as relações pessoais cotidianas, nos quais não incluem os casos de ofensas à instituições, magistrados ou autoridades, onde há lei que impõem um revide natural em sua abrangência.

Então pensem bem: os conflitos que hoje se apresentam nos noticiários, mídias, formadores de opiniões e etc. contra a FÉ, e esta que falo não tem nada a ver com a lenda de "se jogar no vazio quando nada mais funciona", devem sim ser respondidos a altura, com veemência e vigor, dentro do que todas as leis e costumes permitem, afim de, uma vez por todas, desmitificar generalizações burras sobre o que é crer em Deus e consequentemente nao aceitar algumas práticas seculares.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

PRAGMATISMO DO FHC X GUERRA CONTRA AS DROGAS

Estes dias o político Fernando Henrique Cardoso (FHC), divulgou seu documentário onde afirma que a guerra contras as drogas é uma guerra perdida, por isso devemos aqui no Brasil legalizar a maconha.

Seguindo a mesma linha de raciocínio pragmático de FHC poderíamos então decidir:
* Que como a guerra contra acorrupção política é uma guerra perdida, temos que legalizar a porcentagem e/ou quantas vezes o político poderá ser corrupto;
* Que como a guerra contra policiais bandidos está perdida, temos de legalizar o quanto eles podem roubar em suas carreiras policiais;
* Que como a guerra contra a alfabetização e ensino no Brasil está perdida, aceitemos o novo livro do MEC de que não discrimine ninguém por falar errado nesta nova ORDE E PROGREÇO;
* Que como a guerra contra as brigas de galo está perdida, legalizemos os locais para isso;
* Que como a guerra contra a pedofilia está perdida, legalizemos locais, idades, escolas, famílias, orfanatos e outros afins onde podemos abusar e estuprar crianças;
* Que como a guerra contra o terrorismo está perdida, legalizemos um sindicato de terroristas para que possam discutir suas ações contra os governos antes de atacarem;
* Que como a guerra sobre a situação do sistema de saúde do Brasil está perdida, regulamentemos quantos pacientes os hospitais devem deixar morerr por dia;
* Que como a guerra contra a miséria, fome e discriminação racial e social está perdida, regulamentemos locais para estas pessoas viverem longe do pessoal da alta....mas bem longe mesmo....


Posso continuar indefinidamente nesta idéia pragmática do FHC. Imagino a quem interessa tanto que essa idéia seja difundida tão ferozmente.

Admiro não ter tido o mesmo recurso e tempo para produzir um documentário que falasse das mazelas que citei acima: falar sobre a fome no Brasil; falar sobre a dificuldade na saúde, educação, etc...Mas tinha de ser justamente sobre a DROGA DA DROGA....$$$ (de quem?)

O Brasil não tem um sistema de saúde capaz de atender os viciados que querem sair do vício. O Brasil não tem um sistema educacional eficaz que impeça os jovens de terem tempo para inclinarem-se ao vício. O Brasil não tem um sistema eficaz de segurança pública que impeça a droga de chegar onde não deveria chegar nunca. O Brasil não tem um salário mínimo adequado que impeça pessoas denominadas pela sociedade de SEM  QUALIFICAÇÃO, de venderem drogas. O Brasil não tem um sistema de leis que reprima exemplarmente os pedófilos, que por ventura podem oferecer drogas a crianças e praticarem suas barbáries.

O BRASIL NÃO TEM FERRAMENTAS FHC! E SE TIVESSE, NÃO SERIA NECESSÁRIO REGULAR A VENDA DE DROGAS, SABE PORQUÊ: HAVERIA ALGO MAIS IMPORTANTE A INVESTIR DO QUE ELA, A SABER, A VIDA PRÓPRIA.

sábado, 5 de junho de 2010

SILAS MALAFAIA X CGADB: Quando a doutrina é confundida com costumes

Dia desses o Pr. Silas Malafaia se desligou da CGADB (CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS DO BRASIL) por motivos de não tolerar e/ou compactuar mais com a politicagem da instituição. Em ato contíguo, modificou o nome da igreja que preside para ASSEMBLÉIA DE DEUS VITÓRIA EM CRISTO.

Muita chiadeira (ouço ainda os exaltados queimando o filme do pastor) por todos os lados, tendo como principal argumento implícito o fato de que igreja Assembléia de Deus que não é ligada à CGADB não é Assembléia de Deus.

Irmãos, lembremos de uma coisa: igreja que é igreja é a que reflete o caráter de Cristo em seus atos, viver e resultados (nada de remeter a propseridades, crescimentos, inchaços, nada disso!). Igreja que é igreja, dá frutos do evangelho de Cristo, e bons frutos. O papel dela em ser o catalisador do crescimento do evangelho é o principal pilar para tal reconhecimento na terra e ser motivo de preocupação para o inferno.

Vergonha me dá, independente de denominação, ver pessoas que usam o nome de cristãs denegrindo outro; até mesmo de "renome" no meio protestante, especificamente, da Assembléia de Deus.

Portanto, militemos contra o que importa: contra a detenção do avanço das portas do inferno (que neste caso, quase está engolindo a igreja) que só não prevalecerão contra ela SE ELA EXISTIR PARA ISSO!

Abraço a todos das Assembleias de Deus do Brasil, amados e irmãos(ãs), mas costume não é doutrina. Doutrina é Bíblico e não criado da minha cabeça, criado de um contrato ou regimento.

A paz do Senhor!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

RITUAL DAS AGULHAS...

O que se tentava proteger (muitos rituais em centros de religiões afrodescendentes) se atornou algo mais notório. Agora, muitos denúnciam o que passaram nesses locais.

Além do menino que estava entre a vida e a morte com um monte de agulhas no corpo, enfiados pelo pai, a mando de uma "entidade espiritual" (demoníaca por sinal), outros relatos estão aparecendo.

Mulher descobre ao menos 12 agulhas no corpo no Rio Grande do Sul

Rio Grande do Sul - Uma mulher de Santa Maria (RS) descobriu, após um exame no final de semana, que possui pelo menos 12 agulhas dentro do corpo. A dona de casa de 42 anos disse que foi espetada pelo ex- marido em um ritual religioso. A informação é da RBSTV.Os objetos foram identificados na nuca, próximos à coluna e no abdômen. O médico Juliano Rigon, que atendeu a mulher, disse que ela não deverá passar por cirurgia, pois não há risco iminente. Ele aumentou a dose de medicamentos contra a dor.
http://odia.terra.com.br/portal/brasil/html/2009/12/mulher_descobre_ao_menos_12_agulhas_no_corpo_no_rio_grande_do_sul_54928.html

NO MARANHÃO: Pai suspeito de enterrar agulhas

Homem foi preso após depoimentos de testemunhas. Delegado diz que ele tentou atrapalhar as investigações
Maranhão - A polícia do Maranhão prendeu ontem o autônomo suspeito de ter enterrado sete agulhas no corpo do filho de 2 anos, em ritual de magia negra. O ritual teria ocorrido em agosto. Duas agulhas já foram retiradas. As demais ainda não têm data marcada para serem extraídas. A polícia acredita que uma série de ferimentos que o menino apresentava foram originados no mesmo suposto ritual. Em Salvador, o menino que teve 42 agulhas enterradas no corpo pelo padrasto, foi submetido a segunda cirurgia, que retirou 14 agulhas.

http://odia.terra.com.br/portal/brasil/html/2009/12/pai_suspeito_de_enterrar_agulhas_54891.html


Engraçado: se tivesse sido uma IGREJA EVANGÉLICA, todas mídias do BRASIL estariam alardeando e generaliando que os evangélicos são uns monstros. Porque sereá que não fazem o mesmos com os centros de macumba? Quimbanda, Umnada, e os demais? Medo de QUÊ?

Estão certos o que afirmam que estas pessoas maculam tais religiões. Mas não ocorreriam se EFETIVAMENTE tais rituais não existissem.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Teologia Gay

*(Matéria de capa da revista Defesa da Fé de maio/2000. A revista Defesa da Fé é uma publicação mensal do Instituto Cristão de Pesquisas, ICP)
"Não se enganem, não herdarão o reino de Deus os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os difamadores, os marginais. Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencerem a Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus"
(Apóstolo Paulo em 1 Co 6.9 a 11 – BLH)
Quem vê as recentes conquistas do movimento gay (palavra inglesa que significa alegre, como adjetivo, e homossexual, como substantivo) na mídia e na sociedade nem imagina que até a década de 1950 não havia nenhum movimento organizado por homossexuais em prol de seus "direitos". Em apenas 50 anos, os homossexuais saíram do aparente anonimato para o status de defensores dos direitos humanos. O fenômeno, ao contrário de muitos outros movimentos sociais, não foi espontâneo. O plano foi cuidadosamente engendrado e paulatinamente executado, visando à homossexualização da sociedade, objetivo bem expresso na frase "o mundo é gay", cunhada pelos próprios militantes. E para neutralizar a oposição da Igreja, intelectuais e teólogos envolvidos na militância lançaram as bases do que hoje se chama "Teologia Cristã Gay". Preocupado com a influência dessa Teologia, o ICP convidou o Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES) para refletir e produzir a matéria que ora chega até você. Boa leitura!
CONTRADIÇÕES TEOLÓGICAS
Para validar seu comportamento, os militantes homossexuais recorrem a todo tipo de argumentação. À primeira vista, as pessoas menos informadas podem achar que as declarações dos ícones do movimento gay fazem sentido e se baseiam em fatos incontestáveis. Puro engano. Na verdade, esses argumentos não resistem a uma análise mais acurada e desprovida das motivações que estão por trás da maioria das afirmações dos mentores do movimento gay, incluindo sua teologia.
Luiz Mott, doutor em Antropologia e presidente do "Grupo Gay da Bahia", considerado o maior mentor intelectual do movimento gay no Brasil, utiliza argumentos teológica, histórica e cientificamente inconsistentes. Esses argumentos são, na verdade, importados dos Estados Unidos e da Europa, onde nasceu e se desenvolveu a chamada "Teologia Gay". Portanto, vamos nos ater a seus argumentos, tendo em vista que, analisando a Teologia de Mott, estaremos focando os principais postulados da "Teologia Gay" mundial. Por exemplo, em artigo publicado na revista SuiGeneris (periódico gay), Mott lança o seguinte desafio: "Jesus era gay?" Absurda em si mesma, a pergunta norteia toda a tendenciosidade do artigo. E como todas as seitas costumam fazer, Mott ataca diretamente a pessoa, o caráter e a missão de Jesus, esvaziando os conteúdos da fé cristã para tentar demonstrar que Jesus era gay.
Mott começa seu ataque levantando dúvidas quanto à existência histórica de Jesus de Nazaré. Causa estranheza que um doutor em Antropologia, supostamente familiarizado com a História, alegue a inexistência da maior personalidade de todos os tempos. Até mesmo os inimigos de Jesus deram testemunho dele. Isso para não falar que a própria História foi dividida entre antes e depois de Cristo. Se a existência de Jesus foi uma fraude, César, Nero, Napoleão e Hitler são meras projeções da mente humana, pois a mesma História registra a existência e os atos de cada um. Entre os testemunhos históricos extrabíblicos acerca de Jesus estão os de Flávio Josefo (historiador judeu 37-95 d.C.), do Talmude (coleção de doutrinas e comentários rabínicos acerca da Lei, elaborada a partir do primeiro século da Era Cristã), os Anais de Cornélio Tácito (historiador romano, morto em 120 d.C.), Caio Suetônio Tranqüilo (escritor e senador romano que viveu entre 69-141 d.C.), Plínio, o Moço (governador romano entre 62-113 d.C.), Adriano (imperador de Roma entre 117-138 d.C.), Luciano de Samosata (poeta grego do começo do segundo século), Júlio Africano (cronologista, comentando os escritos de um historiador samaritano chamado Talo, datados do ano 52 d.C.), Mar Bar-Serápio (prisioneiro sírio escrevendo uma carta a seu filho por volta do ano 73 d.C.). Corroborando os registros anteriores, Joseph Klausner, ex-professor de Literatura Judaica em Jerusalém, afirma em seu livro Jesus of Nazareth: "Se apenas possuíssemos estes testemunhos, saberíamos efetivamente que na Judéia viveu um judeu chamado Jesus, a quem chamaram o Messias, o qual fez milagres e ensinou o povo; que foi morto, por ordem de Pôncio Pilatos, por denúncia dos judeus..." Portanto, Luiz Mott precipita-se quando afirma que "a fé é sempre um passo no escuro". Os cristãos, além do resplendor da infalível e inerrante Palavra de Deus, possuem as luzes da História. É como disse Jesus: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida" (João 8.12).
Além das contradições no campo da História, Mott não perde a oportunidade de pecar contra a verdade bíblica no campo da Teologia. Em seu panfleto "O que todo cristão deve saber sobre homossexualidade", o "Grupo Gay da Bahia", instituição presidida por Luiz Mott, apresenta dez motivos por que a Bíblia supostamente não reprova o homossexualismo. Seu primeiro equívoco foi dizer que "a palavra homossexual só foi inventada em 1869... Portanto, como a Bíblia foi escrita entre dois e quatro mil anos atrás, não poderiam os escritores sagrados ter usado uma palavra inventada só no século passado". Isso demonstra total falta de compreensão sobre o que significam terminologia e conceito. A palavra homossexual, ou homossexualismo, é termo recente, mas o conceito é antigo. É o próprio Mott quem diz que "a prática do amor entre pessoas do mesmo sexo, porém, é muito mais antiga que a própria Bíblia". Portanto, a Bíblia fala sobre a prática homossexual mesmo sem utilizar a terminologia moderna, uma vez que o homossexualismo sempre foi contemporâneo dos escritores bíblicos. Mott vai além da guerra de palavras e ataca o Levítico afirmando que "do imenso número de leis do Pentateuco apenas duas vezes há referência ao homossexualismo (...) que inúmeras outras abominações do Levítico – como comer carne de porco ou o tabu em relação ao esperma ou ao sangue menstrual (...) foram completamente abandonadas". O que o antropólogo ignora é que se há duas referências ao homossexualismo no Pentateuco (Lv 18.22; 20.13), e ambas são proibitivas e punitivas, já se vê que Deus reprova a prática do homossexualismo sem necessidade de qualquer outro argumento. Além deste erro grosseiro, confundir preceito moral com cerimonial – ou seja, rituais – é um equívoco imperdoável mesmo para um iniciante em hermenêutica. Cerimônias foram removidas mediante o sacrifício de Cristo na cruz (Col. 2:14-17) Moralidade, não. Copiando na íntegra o desgastado argumento da homossexualidade entre Davi e Jônatas, Mott pergunta retoricamente: "Se o homossexualismo fosse prática tão condenável, como justificar a indiscutível relação homossexual existente entre o rei Davi e Jônatas?" Indiscutível sobre que bases? Na verdade, quando Davi disse que o amor que sentia por Jônatas ultrapassava o de mulheres, ficou claro que este amor não tinha qualquer conotação erótica. Vale destacar o comentário exegético do rabino Henry I. Sobel à revista Ultimato, de setembro/outubro de 1998: "... a palavra hebraica ahavá não significa apenas amor no sentido conjugal/sexual, mas também no sentido paternal (‘Isaque gostava de Esaú’, Gn 25.28), no sentido de amizade (‘Saul afeiçoou-se a Davi’, em 1 Sm 16.21), no sentido de amor a Deus (‘Amarás o Senhor, teu Deus’, em Dt 6.5) e no sentido de amor ao próximo (‘Amarás o próximo como a ti mesmo’, Lv 19.18). Em todos estes exemplos, o verbo usado na Torá (a Bíblia hebraica) é ahavá. É por razão lingüística – e não por falso pudor – que a maioria das traduções bíblicas cita 1 Samuel 1.26 assim: ‘Tua amizade me era mais preciosa que o amor das mulheres’." Amor das mulheres era algo que Davi conhecia muito bem. Sua poligamia com Mical, Abigail, Ainoã, Maaca, Agita, Abital, Eglá e seu adultério com Bate-Seba mostram que a maior dificuldade de Davi era a atração pelo sexo oposto (1 Sm 18.27; 25.42-43; 2 Sm 3.2-5; 11.1-27). Os "intelectuais" da militância gay teimam em ignorar os fatos. Além do problema com a História e a Teologia, revelam total desconhecimento da geografia da Terra Santa.
Argumentando sobre o texto de Eclesiastes 4.11 ("Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?"), tentam demonstrar que num clima quente como o da Judéia dormir juntos só pode ter conotação erótica. Ignoram, porém, que em Israel também neva. Exemplo disso é o rigoroso inverno que em janeiro deste ano atingiu a Terra Santa, espalhando neve por toda parte. Além de acusarem Davi de homossexualidade, os militantes sugerem que Salomão – mulherengo como era! – teria escrito a favor do homossexualismo, o que não encontra respaldo hermenêutico no contexto do versículo que, na verdade, fala de cooperação mútua.
Falando sobre Sodoma e Gomorra, a militância gay afirma que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecer os visitantes (os dois anjos com aparência humana) eles não pretendiam manter relações sexuais com eles: "...maliciosamente se interpretou o verbo ‘conhecer’ como sinônimo de ‘ato sexual’." É verdade, porém, que o verbo que aparece neste contexto é o hebraico yada, que tem vários significados e, segundo, especialistas, aparece mais de 900 vezes no Antigo Testamento, por exemplo: Saber – Gn 15.8; dar-se conta – Gn 3.9; reconhecer – Gn 12.11; conhecer pessoas – Gn 29.5; ser esperto em algo – 1 Rs 9.27; ter relações sexuais – Gn 4.1; 19.5; 19.8; Jz 19.22. Na história de Sodoma e Gomorra, esse verbo tem conotação sexual (Gn 19.5 – a ameaça dos homens o demonstra claramente), pois a resposta de Ló oferecendo suas duas filhas virgens só tem conotação sexual. Mas eles não queriam as mulheres. Seu desejo era homossexual. Uma das melhores traduções da Bíblia foi feita pelo judeu André Chouraqui e chama-se A Bíblia – No Princípio. A tradução literal em sua Bíblia é: "Faze-os sair até nós, vamos penetrá-los" (Gn 19.5). E: "Tenho duas filhas que homem algum jamais penetrou "(Gn 19.8). Isso está em completa harmonia com o ensino do Novo Testamento em Judas 7, que confirma que a intenção dos homens de Sodoma era realmente de violação homossexual, assim como o demonstram 2 Pedro 2.7-10 e 1 Timóteo 1.8-10 que lista diversas violações da lei colocando os sodomitas lado a lado com os parricidas, matricidas e roubadores de homens. "Não há evidência histórica ou arqueológica confirmando a real existência de Sodoma e Gomorra", dizem os militantes. Por que, então, eles perdem tanto tempo com toda a argumentação discutida até aqui? Entretanto, erram por não levar em consideração os últimos achados arqueológicos. Bryan Wood, diretor da Associates for Biblical Research (Associados para a Pesquisa Bíblica), afirma: "Quando empregamos as informações disponíveis das escavações e o emparelhamento geográfico destas cidades, podemos identificar Bab edh-Dhra como Sodoma, Numeria como Gomorra, es-Safi como Zoar, Feifa como Admá e Khanazir como Zeboim. Ele acredita que a evidência é imperiosa e por isso conclui: ‘Estas cidades da Era do Bronze Antigo, descobertas no país da Jordânia logo ao sudeste do Mar Morto, formam uma linha norte-sul ao longo da bacia sul do Mar Morto. Elas todas datam do tempo de Abraão e parece que são verdadeiramente as cinco cidades da planície mencionadas no Antigo Testamento’." (Stones cry out, livro a ser lançado pela CPAD sob o título "As pedras clamam").
Tentando neutralizar os escritos paulinos contra o comportamento homossexual, os militantes argumentam que as palavras afeminados e sodomitas empregadas em 1 Coríntios 6.9-11 foram mal traduzidas. Entretanto, as palavras gregas malakoi e arsenokoitai têm significados específicos. Malakoi significa "macio ao tato". Arsenokoitai é composta de duas outras palavras arsen (macho) e koitai (cama). Em outras palavras, esse termo se refere aos homens que vão para a cama com outros homens. Mas homossexualismo não é o único pecado sexual condenado na passagem em questão. Pornoi (fornicadores) e moichoi (adúlteros) mostram que não é só o homossexualismo que exclui pessoas do reino de Deus. Em contrapartida, o texto deixa claro que ninguém precisa permanecer excluído do reino, pois na igreja que estava em Corinto (cidade extremamente libertina onde o homossexualismo e a pedofilia eram considerados normais) havia alguns que deixaram o homossexualismo, bem como os outros pecados. "Jesus Cristo nunca falou nenhuma palavra contra os homossexuais!", bradam os militantes. Mais uma tentativa frustrada para perverter a simplicidade do Evangelho. O fato de Jesus nunca ter mencionado especificamente o homossexualismo não significa sua aprovação. Ele também não se pronunciou claramente sobre muitos outros problemas sociais, tais como: seqüestros, abuso sexual, prostituição infantil, tráfico de drogas. Entretanto, a Palavra apresenta direta e indiretamente os princípios inegociáveis de Deus para a moralidade e dignidade humanas. Na verdade, ao se referir ao plano de Deus para a sexualidade, Jesus reafirmou o ensino vetero-testamentário sobre o casamento heterossexual e monogâmico (Mt 19.4-6). A única alternativa ao casamento nestes termos é o celibato voluntário, concessão que Ele abriu ao ensinar que é melhor ser eunuco pelo Reino de Deus do que se divorciar e casar-se de novo (Mt 19.9-12). Quanto à alegação de que Jesus era gay porque "conviveu predominantemente com os apóstolos (todos homens), que ele era muito sensível falando de lírios do campo, que era amigo de muitas mulheres, que tinha muita sensibilidade com as crianças ou, ainda, que nutria uma predileção por João", só revela a falta de bom senso que patologiza as relações mais simples e puras entre um homem e seus semelhantes. Certamente, uma compreensão correta da natureza divino-humana de Jesus jamais permitiria sequer uma suposição destas. O Deus Eterno que se fez homem jamais nutriria por suas criaturas qualquer tipo de amor que não fosse puramente ágape (amor de Deus pelos homens). E foi exatamente isso que Jesus demonstrou por todos. Mas Luís Mott prefere extrair sua cristologia deturpada de conceitos mitológicos sobre deuses como Zeus e Oxalá, "andróginos e praticantes do homoerotismo" (atração física entre seres do mesmo sexo) como seus idealizadores. Por isso, ele não consegue perceber nos relacionamentos de Jesus nada maior do que a interação entre iguais. Ele perde a oportunidade de ver a beleza do relacionamento Criador-criatura, Salvador-pecador, Senhor-servo, Mestre-discípulo e, especialmente, Pai-filho. É intrigante o fato de que o "Grupo Gay da Bahia", presidido por Luiz Mott, autor da maioria dos argumentos refutados acima, seja o idealizador da chamada "Ação Cristã Homossexual". Esse grupo que passa horas de pesquisa para tentar provar que Jesus é um mito, e que se fosse um personagem histórico seria homossexual, e que questiona os relatos bíblicos rejeitando sua interpretação literal pretende convencer-nos de que é ação, instituição ou movimento cristão. Como é possível tal contradição? É óbvio que o objetivo não é o de aproximar os homossexuais do Evangelho do Reino de Deus. É, antes, uma estratégia para impedir que eles cheguem ao pleno conhecimento da verdade. São como os intérpretes da lei a quem Jesus denunciou, dizendo: "Ai de vós, intérpretes da lei! Porque tomastes a chave da ciência; contudo, vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam entrando" (Lc 11.52).
APELAÇÃO CIENTÍFICA

Todavia, a obstinação dos militantes não se confina apenas a deturpar a História e a lei de Deus, mas também a ciência – do ponto de vista experimental. É por isso que o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia, afirma: "A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays."1 Porém, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que foi homossexual por muitos anos até entregar sua vida a Jesus Cristo, diz: "Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce, já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências (...) A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais como depressão, desordens obsessivas, diabetes... Mas não consideramos esses problemas ‘normais’ só porque ocorrem ‘naturalmente’ (...) A Biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas." [2]
Pesquisas tentando mostrar causas-efeitos biológicos ou genéticos para a homossexualidade existem há quase um século. Mas o fato é que, ao longo dos anos, nenhuma pesquisa jamais provou uma base orgânica para a homossexualidade. O ativista homossexual Dennis Altman faz uma observação acerca de um estudo do Instituto Kinsey: "Eles estão impressionados com os consideráveis esforços de biólogos, endocrinologistas, e fisiologistas em provar esse fundamento; estou mais impressionado com a incapacidade de tantos anos de pesquisa resultarem em nada além de meras ‘sugestões’." [3]
Os ativistas homossexuais declaram que a homossexualidade é natural. Os grupos gays e todas as pesquisas modernas que defendem a conduta homossexual se baseiam direta ou indiretamente no Relatório Kinsey de 1948, o qual afirma que 10% da população são exclusivamente homossexuais. No entanto, dois excelentes livros escritos pela Dra. Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças. [4]
Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família: "Kinsey zombava da idéia... [Kinsey] afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro]". [5] Os grupos de ativistas homossexuais no mundo inteiro estão trabalhando para abaixar ou abolir as leis de idade de consentimento sexual a fim de "liberar" as crianças das restrições sociais. Isso, na verdade, passa a inocentar o criminoso. Infelizmente essa conspiração resultou, em 1992 na Holanda, na legalização do relacionamento hetero (entre sexos diferentes) e homossexual de adultos com crianças a partir dos 12 anos. Nos EUA, a maior responsável por esta luta é a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA). [6]
HOMOSSEXUALISMO E CANDOMBLÉ

Apesar de nem todo homossexual ser endemoninhado como diriam ingenuamente alguns, é óbvio que Satanás está por trás deste comportamento, como de qualquer outro comportamento pecaminoso e autodestrutivo. Foi Jesus mesmo quem disse que o diabo veio para matar, roubar e destruir. Edison Carneiro (irmão do político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastid. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem "cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram...".7 Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema envolvendo os cultos afro-brasileiros. Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente das crianças e até a matá-las. Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente 800 meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que era seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia. [8] Em seu livro The Devil’s web (A teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ele cita o caso de Gilles: "Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que, no passado, os praticantes de adoração de demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais." [9]
CAUSAS PSICOLÓGICAS DA HOMOSSEXUALIDADE

Uma vez que as causas não são genéticas, passam a figurar no campo da Psicologia. O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês, estabelece as seguintes causas do desejo homossexual nas pessoas: experiência homossexual na infância, anormalidade familiar, experiência sexual fora do normal incluindo sexo grupal ou com animais, e as influências culturais. Corroborando as afirmações do Dr. Gerard van den Aardweg que homossexualidade não é genética, a psicanalista e escritora Sheiva Sherman declarou, em 27 de março de 1998, no programa de TV Madalena Manchete Verdade que "uma coisa tem de ficar claro: homossexualismo não é genético. Está provado". É bom frisar que as causas da homossexualidade não são genéticas, porque a maior vitória do movimento gay na década passada foi mudar a direção do debate. Em vez de se discutir sobre a conduta, fala-se sobre identidade. Qualquer um que se oponha ao homossexualismo passou a ser visto como agressor dos direitos civis dos cidadãos homossexuais. Isso é o que constatam o teólogo John Ankerberg e o sociólogo John Weldon, autores do livro Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite): "Nossa cultura está se tornando tão tolerante que muitos dão ouvidos a qualquer grupo de autodenominadas ‘vítimas’." [10] Denunciar a tolerância demasiadamente aética de nossa sociedade para com as minorias, não significa promover ou praticar a violência contra elas. É muito importante esclarecer que somos absolutamente avessos a toda demonstração de violência contra qualquer pessoa, inclusive os homossexuais. Deve provocar a indignação de qualquer cidadão o que aconteceu recentemente ao adestrador de cachorros Edson Neris da Silva, homossexual, de 35 anos, que foi cercado por um grupo de "Carecas" e assassinado a socos e pontapés na praça da República, na região ABC paulista. Essa é, sem dúvida, uma atitude doentia, homofóbica (aversão a homossexuais), sem qualquer justificativa. Precisamos ser equilibrados, repudiando o discurso e a prática gays, mas acolhendo e conduzindo os homossexuais a Cristo. Mesmo aqueles que são mais recalcitrantes devem ser objeto da compaixão e amor cristãos. Uma coisa que precisa ficar muito clara é que toda a argumentação aqui apresentada visa a combater os falsos ensinos que a militância gay vem divulgando. Todavia, a maioria dos homossexuais não faz a mínima idéia de grande parte dos argumentos dos grupos gays nem quer se envolver em sua luta; deseja apenas viver em paz. A maioria dos homossexuais, homens ou mulheres, deseja, na verdade, abandonar esse comportamento, mas não sabem como. Por isso, precisam ser acolhidos, respeitados como pessoas e conduzidos ao conhecimento de Cristo.
A IGREJA E OS HOMOSSEXUAIS

Joe Dallas, em seu livro A operação do Erro, publicado pela Editora Cultura Cristã, leva-nos a uma interessante reflexão sobre o papel da Igreja para com os que desejam deixar o homossexualismo: "Entretanto, quando eles são trazidos para fora da ilusão, quem está esperando por eles? A Igreja está sendo como o pai do filho pródigo, correndo para encontrá-lo no meio do caminho e celebrar o seu retorno? Ou será que o Corpo de Cristo está sendo melhor representado pelo irmão mais velho, justo em si mesmo, distante e frio, que não quer se envolver? Ao abordar o problema do homossexualismo, talvez essas sejam as perguntas mais importantes a serem feitas." Infelizmente, porque uma grande parte da Igreja não está cumprindo seu papel neste sentido, precisamos ouvir coisas como as que Troy Perry, líder da maior igreja gay cristã do mundo, disse e que Joe Dallas registra: "Se a Igreja tivesse realmente feito seu trabalho missionário, não creio que a MCC (Metropolitan Community Church) jamais tivesse vindo a existir." [11] Graças a Deus, a Igreja começa a despertar! A Igreja Presbiteriana Independente de Londrina, por meio do Ministério Paz com Deus, começou a agir de maneira planejada para conscientizar pastores e membros da igreja, e ajudar os que se encontram em dificuldades com sentimentos ou práticas homossexuais. Ela promoveu o I Encontro Paz com Deus, realizado de 4 a 7 de março, em Londrina, Paraná. O evento contou com 130 pessoas (participantes e obreiros) e incluiu muitos pastores. Dentre as muitas bênçãos recebidas e testemunhadas pelos participantes, destacam-se as confissões que muitos pastores, outrora intolerantes no que diz respeito aos homossexuais, fizeram aos líderes de ministérios que atuam entre eles. Depois de uma das mensagens do preletor oficial Bob Reagan, ligado à Exodus e ao Regeneration Ministry, nos EUA, os pastores e líderes evangélicos foram convidados ao altar para uma oração de arrependimento e confissão de pecados como os de omissão ou rejeição de homossexuais durante seus ministérios. Quase todos foram à frente. Mas os pastores não foram os únicos a pedir perdão. Os participantes que haviam vivido o homossexualismo ou ainda estavam envolvidos neste comportamento também pediram perdão por terem guardado mágoas contra pastores ou igrejas.
Muitas lágrimas foram derramadas por ambos. O pastor presbiteriano Saulo de Melo, 32 anos de ministério, atuando hoje em Maringá-PR,fez uma das confissões mais comoventes: "Estou perplexo com tudo o que estou aprendendo sobre homossexualidade neste congresso. Todos os meus valores foram remexidos. Quando eu descobria que alguém era homossexual, eu o mandava embora, excluía. Este congresso ajudou-me a olhar os homossexuais como nunca os havia olhado antes – com o olhar de Jesus." Algo semelhante aconteceu a Eleny Vassão de Paula Aitken, 45 anos, autora do livro O desafio continua: A Missão da Igreja frente à Aids. Ela é chefe da capelania evangélica do Hospital das Clínicas de São Paulo e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.
Eleny revela que enfrentou relutância ao evangelizar um travesti pela primeira vez. Mas, o Espírito Santo mostrou-lhe que a única diferença entre ela e o travesti era Jesus. No outro dia, Eleny contou ao travesti a experiência por que passou. Não demorou muito, lágrimas encheram os seus olhos, e ele orou entregando sua vida a Jesus. Essa experiência mudou a vida de Eleny, que passou a amar e compreender os homossexuais sob uma nova perspectiva. Quem conversa com Eleny Vassão sempre ouve histórias comoventes de homossexuais que têm sido alcançados por Cristo. Por isso, ela pode falar com autoridade: "A Igreja deve ser o lugar de perdão e acolhida para seus soldados feridos, e não um tribunal para julgar os que caíram. Precisamos de mais misericórdia e graça para tratar as pessoas como o Senhor nos trata. Ele nos constrange pelo amor, mesmo sem perder de vista a sua justiça."
Referencias Bibliográficas:1. Dra. Judith Reisman, Kinsey, sex & fraud (Hungtington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) p. 212. 2. Questions I´m asked most about homosexuality, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993), p. 4. 3. John Ankerberg e John Weldon, Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite, 1997) pp. 22-23. 4. Dra. Judith Reisman, Kinsey, sex & fraud, (Hungtington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) e Kinsey: crimes & consequences (The Institute for Media Education, Arlington-1998). 5. Dra. Judith Reisman, Kinsey: crimes & consequences (The Institute for Media Education, Arlington-1998) p. 234. 6. Julio Severo (O movimento homossexual, Editora Betânia, Venda Nova – MG, 1998) p. 20. 7. Jefferson Magno Costa, Porque Deus condena o espiritismo (CPAD, Rio de Janeiro, 1987), p. 81. 8. Dr. Paul Cameron, The gay 90s (Adroit Press: Franklin – EUA, 1993), p. 46. 9. Pat Pulling, The Devil’s web (Huntington House, Inc.: Lafayeitte – EUA, 1989), p. 148. 10. John Ankerberg e John Weldon, Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite, Porto Alegre, RS, 1997), p. 8. 11. Joe Dallas, A operação do erro (Editora Cultura Cristã, São Paulo, 1998) p. 237.

terça-feira, 17 de junho de 2008

VECTRA GT: O COMERCIAL.

Venho, em nome de milhões que, como eu, mandaram seus e-mails à Chevrolet contrariados com a antiga propaganda, agradecer à mudança no comercial do VECTRA GT retirando as moças insinuando o ato homossexual, e até mesmo à escolha da melhor trilha sonora (pois ninguém queria ser "aquela metamoforse ambulante"). Isso demonstra o respeito e o reconhecimento de que democracia, formação de opinião e marketing ainda podem ser ferramentas construtivas, simultâneamente, sem precisar ofender ou restringir nenhum tipo de idéia e/ou cosmovisão.

Mais uma vez, obrigado!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

O CRISTÃO E O HOMOSSEXUALISMO - Por Silas Malafaia

A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E A REPRESSÃO VINDA DO MOVIMENTO HOMOSSEXUAL

(LifeSiteNews.com) — Nas semanas recentes, grupos homossexuais do Brasil vêm tentando silenciar seus oponentes com um vendaval de processos que se aproveitam do clima político pró-homossexualismo do Brasil.

Em 5 de agosto, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) entrou com uma queixa criminal contra vários sites por desmascararem o fato de que o líder do movimento homossexual do Brasil, Luiz Mott, promove a pedofilia e a pederastia (veja a recente cobertura de LifeSiteNews em http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07073011.html).
Os sites Mídia Sem Máscara, Ministério Apologético Cacp e JesusSite são acusados de “charlatanismo, infâmia, difamação e calúnia”, por terem citado numerosas declarações de Mott aprovando sexo com crianças e adolescentes. A ABGLT está solicitando processos criminais e também indenizações financeiras.

Na semana passada, a ABGLT também entrou com uma ação contra Rozangela Alves Justino, uma psicóloga brasileira que oferece terapia aos homossexuais que desejam mudar sua orientação. O Conselho Federal de Psicologia do Brasil decidiu que os psicólogos estão proibidos de realizar terapia reparativa na área da homossexualidade, e a ABGLT está solicitando que a licença de Rozangela seja revogada.

A organização se queixa de que Rozangela é “adversária do movimento de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, e tem se destacado no cenário nacional por apoiar e desenvolver programas de ‘reversão’ e/ou ‘resgate’ da homossexualidade à heterossexualidade”.

Recentemente, a ABGLT também solicitou que Silas Malafaia, um famoso psicólogo e pastor brasileiro, seja investigado por comentários que ele fez num programa de TV se opondo à conduta homossexual, ao aborto e às pesquisas com células-tronco. De acordo com o site homossexual brasileiro gay1.com.br, Malafaia “retrata a homossexualidade e a luta dos homossexuais pela igualdade de direitos de maneira claramente discriminatória”. A ABGLT solicita que os procuradores determinem medidas a serem tomadas contra Malafaia e as estações de TV que transmitiram o programa.

Olavo de Carvalho, editor do Mídia Sem Máscara e colunista de jornais brasileiros, diz que os processos são uma tentativa de intimidar os oponentes do movimento homossexual do Brasil e desviar a atenção de uma investigação criminal contra Mott e outros líderes homossexuais por defenderem a pederastia e o abuso sexual de crianças.

Carvalho disse para LifeSiteNews que ele vê a busca de poder do movimento homossexual como um dos componentes do movimento socialista do Brasil, que está buscando mais e mais poder. “Creio que eles realmente querem muito poder, porque o movimento homossexual não é independente. É parte da máquina esquerdista. E a esquerda agora no Brasil tem poder quase que total. Eles controlam tudo. Eles são mais poderosos do que o próprio Estado brasileiro, e isso não é o suficiente para eles. Eles querem mais e mais e mais, e o movimento homossexual é um instrumento dessa estratégia”.

Embora uma lei proibindo críticas ao homossexualismo tenha sido proposta, ainda não foi aprovada. Apesar disso, muitos juízes brasileiros simplesmente agem como se tal proibição já existisse. “Eles estão procedendo como se a lei existisse… Eles querem forçar o Congresso a aprovar a lei, de modo que agem como se a lei já tivesse sido aprovada. Muitos brasileiros crêem que essa lei realmente existe. É um tipo de fraude psicológica”, disse Carvalho.

Os homossexuais brasileiros conquistaram vitórias no passado com essa estratégia. O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente da Associação Pró-Vida de Anápolis, foi legalmente obrigado a pagar uma multa de 6.000 reais em 2005 por chamar a antropóloga pró-aborto Débora Diniz Rodrigues “pró-aborto”. O juiz que presidiu o caso considerou o rótulo “ofensivo”. O Pe. Lodi apelou, mas a decisão foi sustentada.

Em junho deste ano, uma coalizão de grupos protestantes, a Visão Nacional para uma Consciência Cristã (VINACC), foi legalmente obrigada a parar sua campanha em defesa dos valores da família contra o ativismo homossexual. Eles receberam ordens de remover outdoors e anúncios de sua campanha, e de cancelar um evento público já programado, porque, de acordo com o tribunal, a campanha deles era “homofóbica”.

Contudo, nem todas as tentativas de intimidar e silenciar os oponentes da conduta homossexual tiveram êxito.

Em 29 de maio deste ano, um pastor luterano da cidade brasileira de Rancho Queimado, o Rev. Ademir Kreutzfeld, foi submetido a uma investigação criminal quando foi acusado de telefonar para estabelecimentos comerciais locais num esforço para informá-los de que um jornal que eles estavam patrocinando estava promovendo a agenda homossexual. O ativista homossexual que possui o jornal entrou com queixa contra o pastor por “difamação”. Contudo, em 29 de agosto, Kreutzfeld alegremente anunciou que depois de uma breve audiência que foi “muito bem conduzida” pela juíza, o queixoso desistiu das acusações.

Olavo de Carvalho observa que no atual clima político, tal decisão pode prosseguir numa ou outra direção, dependendo totalmente da filosofia do juiz escolhido. “É impossível predizer essas coisas porque tudo depende de qual juiz julgará a queixa, e isso é imprevisível porque a seleção do juiz é feita a esmo… nunca sabemos… pode acontecer qualquer coisa”, disse ele.