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sábado, 5 de junho de 2010

SILAS MALAFAIA X CGADB: Quando a doutrina é confundida com costumes

Dia desses o Pr. Silas Malafaia se desligou da CGADB (CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS DO BRASIL) por motivos de não tolerar e/ou compactuar mais com a politicagem da instituição. Em ato contíguo, modificou o nome da igreja que preside para ASSEMBLÉIA DE DEUS VITÓRIA EM CRISTO.

Muita chiadeira (ouço ainda os exaltados queimando o filme do pastor) por todos os lados, tendo como principal argumento implícito o fato de que igreja Assembléia de Deus que não é ligada à CGADB não é Assembléia de Deus.

Irmãos, lembremos de uma coisa: igreja que é igreja é a que reflete o caráter de Cristo em seus atos, viver e resultados (nada de remeter a propseridades, crescimentos, inchaços, nada disso!). Igreja que é igreja, dá frutos do evangelho de Cristo, e bons frutos. O papel dela em ser o catalisador do crescimento do evangelho é o principal pilar para tal reconhecimento na terra e ser motivo de preocupação para o inferno.

Vergonha me dá, independente de denominação, ver pessoas que usam o nome de cristãs denegrindo outro; até mesmo de "renome" no meio protestante, especificamente, da Assembléia de Deus.

Portanto, militemos contra o que importa: contra a detenção do avanço das portas do inferno (que neste caso, quase está engolindo a igreja) que só não prevalecerão contra ela SE ELA EXISTIR PARA ISSO!

Abraço a todos das Assembleias de Deus do Brasil, amados e irmãos(ãs), mas costume não é doutrina. Doutrina é Bíblico e não criado da minha cabeça, criado de um contrato ou regimento.

A paz do Senhor!

terça-feira, 17 de junho de 2008

VECTRA GT: O COMERCIAL.

Venho, em nome de milhões que, como eu, mandaram seus e-mails à Chevrolet contrariados com a antiga propaganda, agradecer à mudança no comercial do VECTRA GT retirando as moças insinuando o ato homossexual, e até mesmo à escolha da melhor trilha sonora (pois ninguém queria ser "aquela metamoforse ambulante"). Isso demonstra o respeito e o reconhecimento de que democracia, formação de opinião e marketing ainda podem ser ferramentas construtivas, simultâneamente, sem precisar ofender ou restringir nenhum tipo de idéia e/ou cosmovisão.

Mais uma vez, obrigado!